Advogado foi responsável por saída de Roberto Carlos do "Procure Saber", diz empresária

Na noite da última quarta-feira (6/11), a empresária Paula Lavigne defendeu que o “ponto de divergência” responsável pela desistência de Roberto Carlos em participar do grupo "Procure Saber" foi a liderança “imposta” do advogado do cantor, Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay.

Atualizado em 07/11/2013 às 15:11, por Redação Portal IMPRENSA.


Crédito:Divulgação Empresária alega que Roberto Carlos deixou o grupo por pressão de advogado
“Não precisamos de lobista em Brasília e muito menos de advogado criminalista. Não cometemos crime algum”, disse, em entrevista ao site do jornal O Globo . “Quando foi imposta a entrada de Kakay, o tom mudou demais. O ponto de divergência (não de discórdia) foi apenas a forma de se trabalhar com as questões, inclusive publicamente.”
Segundo ela, o "Procure Saber" funciona através “desse debate livre e democrático, conseguindo os resultados pelo trabalho de todos”. O empresário de Roberto, no entanto, usou o mesmo discurso para justificar a saída de seu artista, informou O Estado de S. Paulo .
“Não é bem assim o nosso jeito de trabalhar, somos mais discretos, afinal, defendemos também a privacidade no sentido profissional”, escreveu Dody Sirena.
Ao ser questionada sobre a possibilidade de o "Procure Saber" recuar na questão das biografias após a saída de Roberto Carlos, a empresária disse que tudo pode acontecer. “Podemos tudo, tudo o que os artistas quiserem e que beneficie a classe. Mas, como disse, ainda não conversamos.”
“Estamos cansados, tivemos uma disputa interna, de empresários e advogados querendo falar por todos, e nem respiramos. Temos muitas outras pautas, como a questão do Ecad, que tem uma lei a ser implementada”, acrescentou.
Segundo uma carta de Kakay ao "Procure Saber", o importante é “não perder espaço e não deixar que as forças contrárias se aproveitem” destes desencontros.