Abraji lança cursos para interessados em investigar educação ou fraudes e corrupção

A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) lançou dois cursos para profissionais e estudantes de jornalismo que queiram seaprofundar na cobertura de educação ou fraudes e corrupção em dados públicos.

Atualizado em 11/07/2015 às 14:07, por Redação Portal IMPRENSA.

Com duração de três semanas e totalmente online, os dois cursos são abertos para não-sócios da entidade. Crédito:Reprodução/Abraji Cursos são online e duram três semanas O curso "Investigando a Qualidade da Educação com Dados Públicos" começa dia 10 de agosto. Os participantes conhecerão alguns indicadores de qualidade e avaliações da educação no Brasil e suas possíveis relações com o Produto Interno Bruto (PIB), o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) e o investimento em educação. Também serão ensinados recursos de Reportagem com Auxílio do Computador (RAC) voltados à análise desses dados.
As aulas são ministradas por Ricardo Meirelles, diretor da PrimaPagina e ex-editor do site do Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas (PNUD) no Brasil, e pelo economista Ernesto Martins Faria, coordenador de projetos da Fundação Lemann.
O investimento é de R$ 120 para sócios da Abraji com o pagamento em dia e R$ 150 para não-sócios. Inscrições pelo .
Já o curso "Investigação de Fraudes e Corrupção em Contratos Públicos" começa dia 17 de agosto. Com vagas limitadas, o investimento é de R$ 110 para sócios da Abraji com o pagamento em dia e R$ 130 para não-sócios. Inscrições pelo .
Por meio de exemplos práticos e textos com noções básicas sobre a legislação de licitações, o treinamento mostrará como é possível analisar os documentos em busca de indícios de corrupção. Serão apresentados estudos de caso das técnicas em apurações na Operação Lava Jato, Castelo de Areia, fraudes nas obras da BR-101, entre outros.
As aulas serão ministradas por Flávio Ferreira, repórter especializado em judiciário da Folha de S.Paulo e advogado. O jornalista participou da cobertura de casos recentes de corrupção, como o Mensalão e Lava-Jato, e foi um dos jornalistas que revelou o cartel ferroviário em São Paulo.