"A voz feminina não é mais vítima de preconceito no rádio", diz Ermelinda Rita
Com a experiência de 27 anos, a jornalista e radialista carioca Ermelinda Rita, da CBN, comemora a força e a presença das mulheres nas rádios brasileiras dos dias de hoje.
Atualizado em 22/01/2014 às 11:01, por
Lucas Carvalho*.
Atuando no Sistema Globo de Rádio desde 1986, quando começou como estagiária, a profissional acompanhou de perto o crescimento das mulheres jornalistas no mercado.
Crédito:Arquivo pessoal Radialista celebra indicação ao Troféu Mulher IMPRENSA À IMPRENSA, a finalista na categoria "Repórter de Rádio", do Troféu Mulher IMPRENSA, comenta essa evolução e a indicação ao prêmio.
A voz feminina não é mais vítima de preconceito no rádio brasileiro, aponta Ermelinda. "Em relação ao mercado de trabalho, no radiojornalismo, considero que não há discriminação. Pelo contrário, acredito que as mulheres estão sendo mais valorizadas. Há um número maior atuando nas redações das emissoras de rádio e conquistando um espaço importante com a ocupação de cargos altos", diz.
A jornalista destaca o aumento no número de mulheres que, cada vez mais, se interessam pela área. "As mulheres no rádio estão mais carismáticas, conquistando a admiração dos ouvintes seja pela voz bonita ou pela informação imediata", comenta.
Para Ermelinda Rita, o que mais lhe chamou a atenção em seu trabalho no ano passado foi o caso da mulher violentada num ônibus no Rio de Janeiro, notícia que conseguiu em primeira mão e que chocou o País.
Porém, apesar do bom momento profissional, o ano de 2013 ficou marcado na vida de jornalista por uma série de problemas pessoais e familiares, que a abalaram profundamente. Mas ela diz que não abaixou a cabeça: "Em nenhum momento deixei de ter esperanças. O resultado do pensamento positivo é a indicação ao Troféu [Mulher IMPRENSA]. Que venham outras indicações", diz.
Ela revela que ficou sabendo da indicação ao prêmio por meio de um ouvinte "Estava de férias. Recebi a notícia como um reconhecimento pelo trabalho que faço nas emissoras Globo e CBN". E conclui: "ganhar é importante, mas só a indicação já vale como um estímulo para aprimorar o meu trabalho".
Concorrem com Ermelinda na mesma categoria as jornalistas Ana Lúcia Calda (da EBC - Empresa Brasil de Comunicação), Cátia Toffoletto (também da CBN), Marilu Cabañas (Rádio Brasil Atual) e Michelle Trombelli (BandNews FM).
O "Troféu Mulher IMPRENSA" é realizado e idealizado por IMPRENSA Editorial. Em 2014, a premiação celebra sua 10ª edição consecutiva, e vai homenagear as jornalistas que mais se destacaram em suas áreas de atuação em 2013. As votações vão de 14 de janeiro de 2014 até às 23h59 de 13 de fevereiro. Para mais informações e conhecer a lista de finalistas, .
* Com supervisão de Vanessa Gonçalves
Crédito:Arquivo pessoal Radialista celebra indicação ao Troféu Mulher IMPRENSA À IMPRENSA, a finalista na categoria "Repórter de Rádio", do Troféu Mulher IMPRENSA, comenta essa evolução e a indicação ao prêmio.
A voz feminina não é mais vítima de preconceito no rádio brasileiro, aponta Ermelinda. "Em relação ao mercado de trabalho, no radiojornalismo, considero que não há discriminação. Pelo contrário, acredito que as mulheres estão sendo mais valorizadas. Há um número maior atuando nas redações das emissoras de rádio e conquistando um espaço importante com a ocupação de cargos altos", diz.
A jornalista destaca o aumento no número de mulheres que, cada vez mais, se interessam pela área. "As mulheres no rádio estão mais carismáticas, conquistando a admiração dos ouvintes seja pela voz bonita ou pela informação imediata", comenta.
Para Ermelinda Rita, o que mais lhe chamou a atenção em seu trabalho no ano passado foi o caso da mulher violentada num ônibus no Rio de Janeiro, notícia que conseguiu em primeira mão e que chocou o País.
Porém, apesar do bom momento profissional, o ano de 2013 ficou marcado na vida de jornalista por uma série de problemas pessoais e familiares, que a abalaram profundamente. Mas ela diz que não abaixou a cabeça: "Em nenhum momento deixei de ter esperanças. O resultado do pensamento positivo é a indicação ao Troféu [Mulher IMPRENSA]. Que venham outras indicações", diz.
Ela revela que ficou sabendo da indicação ao prêmio por meio de um ouvinte "Estava de férias. Recebi a notícia como um reconhecimento pelo trabalho que faço nas emissoras Globo e CBN". E conclui: "ganhar é importante, mas só a indicação já vale como um estímulo para aprimorar o meu trabalho".
Concorrem com Ermelinda na mesma categoria as jornalistas Ana Lúcia Calda (da EBC - Empresa Brasil de Comunicação), Cátia Toffoletto (também da CBN), Marilu Cabañas (Rádio Brasil Atual) e Michelle Trombelli (BandNews FM).
O "Troféu Mulher IMPRENSA" é realizado e idealizado por IMPRENSA Editorial. Em 2014, a premiação celebra sua 10ª edição consecutiva, e vai homenagear as jornalistas que mais se destacaram em suas áreas de atuação em 2013. As votações vão de 14 de janeiro de 2014 até às 23h59 de 13 de fevereiro. Para mais informações e conhecer a lista de finalistas, .
* Com supervisão de Vanessa Gonçalves





