“A comunicação empresarial no Brasil superou a era do release”, diz Lúcia Faria
Atualizado em 28/02/2013 às 16:02, por
Luiz Gustavo Pacete.
A equipe de aproximadamente dez funcionários da agência Lúcia Faria, que leva o nome da dona e fundadora, foi fundamental para que ela conquistasse o na categoria "Assessoria de Imprensa Agência" com 28,57% dos votos.
Lúcia Faria, vencedora na categoria Assessoria de Imprensa Agência No processo de disputa, junto com sua equipe, Lúcia produziu um vídeo, fez divulgação massiva nas redes sociais e contou com sacadas criativas e engraçadas. Para ela, a ação nada mais foi que aplicar na prática o que o mercado vem buscando. “Ganhar o prêmio não é somente um mérito pessoal, mas um exercício para perceber que com equipe empenhada e boas ideias foi possível conquistar nosso resultado. Isso pode ser aplicado a qualquer cliente”.
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Em 2013, Lúcia completa 11 anos na área de assessoria, dos 25 que está no mercado. Foi repórter do Diário do Grande ABC , editora do jornal Meio & Mensagem e gerente de comunicação na Editora Globo. Assim que deixou o ambiente das redações com o propósito de abrir sua própria agência, partiu para uma pós-graduação em Relações Públicas na USP.
Lúcia fala à IMPRENSA sobre o mercado e a vitória no Troféu Mulher IMPRENSA:
IMPRENSA – O que representa ganhar o Troféu Mulher IMPRENSA? Lúcia Faria - Uma coisa muito legal é que uma empresa com dez funcionários vence uma briga com jornalistas de tantas empresas grandes. Isso coloca a gente em outro patamar. É o desafio atual de toda média e pequena empresa.
Você vai usar a campanha para votos como case ? Sim, já que foi um belo exercício de atuar em redes sociais. Internamente isso virou um case. Tínhamos o desafio de não fazer algo tradicional, mas inovar na linguagem em algo que fosse divertido e criativo. E a equipe foi impressionante. Foi uma ação coletiva muito interessante.
Como isso pode ser usado com clientes? É um ótimo exemplo para prospects e clientes mostrando que tínhamos pouca possibilidade de ganhar. É o que realmente os clientes estão precisando movimentar as redes sociais. Quando cheguei à quarta prévia eu disse que não queria ser como o Russomano e perder no final. Até então, estava me divertindo, tirando um barato. Mas quanto mais se aproximava do fim, mas a coisa ia ficando séria. Mas foi muito bom. Um mês que conseguimos tirar proveito disso e divulgando nossa marca.
Que tipo de lema você leva para atender os clientes? O principal. É simples, mas muito importante. Não podemos deixar ninguém sem retorno. Ser o mais transparente possível e se não for possível atender diga com o máximo de transparência possível. Isso estabelece uma relação de confiança.
Mas isso depende do cliente? O fato de a empresa ser menor ajuda talvez por não termos tantos níveis hierárquicos. Os clientes nos procuram e eles buscam isso. Muitas vezes, um cliente grande que já teve uma estrutura grande que não tinha acesso ao dono porque estava distante nos procura. E hoje o desafio não é atender somente a imprensa, mas outros atores, se relacionar com outras marcas. Isso é muito legal.
Quando você decidiu trabalhar com comunicação empresarial? Em 1999, quando sai do Meio & Mensagem fui para a Editora Globo atuar na área de comunicação. Decidi que deveria fazer uma pós-graduação na área, já que eu entendia muito de marketing e de jornalismo, mas me faltava o outro lado.
De que maneira o mercado se desenvolveu? As empresas e associações evoluíram. Hoje, este setor ocupa um espaço muito importante e amadurecido. Temos uma argumentação e uma entrega bem diferente, um entendimento que não disparamos somente releases.
Lúcia Faria, vencedora na categoria Assessoria de Imprensa Agência No processo de disputa, junto com sua equipe, Lúcia produziu um vídeo, fez divulgação massiva nas redes sociais e contou com sacadas criativas e engraçadas. Para ela, a ação nada mais foi que aplicar na prática o que o mercado vem buscando. “Ganhar o prêmio não é somente um mérito pessoal, mas um exercício para perceber que com equipe empenhada e boas ideias foi possível conquistar nosso resultado. Isso pode ser aplicado a qualquer cliente”.
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Em 2013, Lúcia completa 11 anos na área de assessoria, dos 25 que está no mercado. Foi repórter do Diário do Grande ABC , editora do jornal Meio & Mensagem e gerente de comunicação na Editora Globo. Assim que deixou o ambiente das redações com o propósito de abrir sua própria agência, partiu para uma pós-graduação em Relações Públicas na USP.
Lúcia fala à IMPRENSA sobre o mercado e a vitória no Troféu Mulher IMPRENSA:
IMPRENSA – O que representa ganhar o Troféu Mulher IMPRENSA? Lúcia Faria - Uma coisa muito legal é que uma empresa com dez funcionários vence uma briga com jornalistas de tantas empresas grandes. Isso coloca a gente em outro patamar. É o desafio atual de toda média e pequena empresa.
Você vai usar a campanha para votos como case ? Sim, já que foi um belo exercício de atuar em redes sociais. Internamente isso virou um case. Tínhamos o desafio de não fazer algo tradicional, mas inovar na linguagem em algo que fosse divertido e criativo. E a equipe foi impressionante. Foi uma ação coletiva muito interessante.
Como isso pode ser usado com clientes? É um ótimo exemplo para prospects e clientes mostrando que tínhamos pouca possibilidade de ganhar. É o que realmente os clientes estão precisando movimentar as redes sociais. Quando cheguei à quarta prévia eu disse que não queria ser como o Russomano e perder no final. Até então, estava me divertindo, tirando um barato. Mas quanto mais se aproximava do fim, mas a coisa ia ficando séria. Mas foi muito bom. Um mês que conseguimos tirar proveito disso e divulgando nossa marca.
Que tipo de lema você leva para atender os clientes? O principal. É simples, mas muito importante. Não podemos deixar ninguém sem retorno. Ser o mais transparente possível e se não for possível atender diga com o máximo de transparência possível. Isso estabelece uma relação de confiança.
Mas isso depende do cliente? O fato de a empresa ser menor ajuda talvez por não termos tantos níveis hierárquicos. Os clientes nos procuram e eles buscam isso. Muitas vezes, um cliente grande que já teve uma estrutura grande que não tinha acesso ao dono porque estava distante nos procura. E hoje o desafio não é atender somente a imprensa, mas outros atores, se relacionar com outras marcas. Isso é muito legal.
Quando você decidiu trabalhar com comunicação empresarial? Em 1999, quando sai do Meio & Mensagem fui para a Editora Globo atuar na área de comunicação. Decidi que deveria fazer uma pós-graduação na área, já que eu entendia muito de marketing e de jornalismo, mas me faltava o outro lado.
De que maneira o mercado se desenvolveu? As empresas e associações evoluíram. Hoje, este setor ocupa um espaço muito importante e amadurecido. Temos uma argumentação e uma entrega bem diferente, um entendimento que não disparamos somente releases.





