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A aposta de Luis Costa na gastronomia e os desafios da fisioterapeuta que virou jornalista

Novos ares Crédito:Divulgação Luís Costa começou no jornalismo de forma atrevida. Ainda no primeiro semestre do curso, na Universidadede Fortaleza, estava assistindo a um programa da TV União quando ligou para o diretor da emissora e disse: “Amigo, estou vendo uma reportagem aqui de vocês e acho que posso fazer melhor do que essa repórter”.

começou no jornalismo de forma atrevida. Ainda no primeiro semestre do curso, na Universidade de Fortaleza, estava assistindo a um programa da TV União quando ligou para o diretor da emissora e disse: “Amigo, estou vendo uma reportagem aqui de vocês e acho que posso fazer melhor do que essa repórter”. E a ousadia deu certo. Foi seu primeiro trabalho em televisão e, nos últimos sete anos, esteve como apresentador da TV Verdes Mares (afiliada à Globo), chegando a comandar o “Globo Esporte” de Fortaleza.
Junto com a paixão pela profissão, vinha o desejo de abrir o próprio negócio. “Existe uma pesquisa que diz que a cada dez brasileiros, seis desejam ter o próprio negócio, mas não sabem como começar. Talvez eu fizesse parte dessa estatística. Não é fácil trocar a rua de reportagens jornalísticas pela burocracia. De certa forma, continuo trabalhando com pessoas, porém, é uma mudança de vida que ainda estou me acostumando. Nunca na minha vida tive tanta reunião. As únicas que participava eram as de pauta e, mesmo assim, todas rápidas”, conta.
Luís decidiu apostar no ramo de bares e restaurantes e, durante dois anos, buscou estudar, o máximo possível, a área gastronômica. “Eu dei um ‘até logo’ ao jornalismo, que é a minha paixão. Por enquanto, o restaurante é minha grande aposta de mudança de vida. Escolhi correr esse risco do negócio. Não dá para conciliar atualmente minha vida de repórter com a de empresário, mas pretendo voltar”, adianta.
Coleguinhas às avessas Crédito:Fernando Mucci A aposta de Luis Costa na gastronomia e os desafios da fisioterapeuta que virou jornalista Mesmo antes do vestibular, os testes vocacionais já apontavam o futuro promissor da pernambucana Andrea Cantarelli na área da saúde. E assim foram os dez anos em que ela atuou como fisioterapeuta. Mas, apesar da satisfação de poder se doar e fazer a diferença na vida de seus pacientes, algo começou a incomodá-la naquele universo.
“Sempre fui muito curiosa e foi me dando um vazio, uma inquietação. Comecei a enxergar o mundo ao meu redor de forma crítica, e não me via mais em um consultório”, lembra Andrea sobre um dos momentos mais importantes de sua vida. Com o apoio da família, a fisioterapeuta foi, então, em busca de um desejo antigo.
Deixou o ofício que a acompanhou por uma década e apostou no jornalismo. Passados quatro anos, Andrea agora se prepara para entregar o trabalho de conclusão de curso. Atual estagiária de “Política” do jornal Diário de Pernambuco, seu TCC será uma análise das redes sociais do então candidato Daniel Coelho, durante sua campanha à prefeitura do Recife, em 2012.
“Gosto muito de jornalismo digital, é uma área que pretendo me dedicar mais. Tenho planos de fazer mestrado nos Estados Unidos”. Sobre a guinada que deu em sua vida, ela garante: “Não me arrependo nem por um minuto. Na verdade, fiquei aliviada com a mudança”, finaliza.
A aposta de Luis Costa na gastronomia e os desafios da fisioterapeuta que virou jornalista

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