“Trabalhar no IMPRESSÃO me ajuda a enxergar mais o universo dos personagens”, diz Isabela Beloti

Gisele Sotto, em colaboração | 22/03/2019 16:50

Em entrevista ao Portal IMPRENSA, na seção "Bastidores do Labjor", Isabela Beloti fala sobre os bastidores do Jornal IMPRESSÃO, do UniBH - Centro Universitário de Belo Horizonte.


Perfil do jornal-laboratório


Jornal IMPRESSÃO

Instituição: Centro Universitário de Belo Horizonte – UniBH, em Minas Gerais

Professor responsável: Coordenador do curso de Jornalismo: Prof. João Carvalho; Editora do jornal-laboratório IMPRESSÃO: Dandara Andrade

Para ler o jornal: https://issuu.com/impressaounibh

Data de inauguração: Maio de 1982

Quantidade de estudantes envolvidos: na edição atual (2019/1), cerca de 40 alunos do jornalismo, publicidade, design e fotografia

Crédito:Isabela Beloti



Essa foto foi tirada por mim, para a matéria sobre musicoterapia. Foi o primeiro texto que escrevi para o IMPRESSÃO e o que mais me emocionou. A Simone, a musicoterapeuta que aparece na foto, é apaixonada pela profissão e pelos pacientes. E isso deixou a matéria mais especial.


Perfil: Isabela Beloti, 21 anos, 5° período de Jornalismo no UniBH - Centro Universitário de Belo Horizonte e estagiária no jornal-laboratório IMPRESSÃO.


Há quanto tempo você trabalha no IMPRESSÃO e porque você decidiu entrar nele?


Trabalho no IMPRESSÃO há 8 meses. Decidi entrar porque gosto de escrever e porque queria montar meu portfólio.


Uma história curiosa ou engraçada que você já vivenciou por causa do IMPRESSÃO.


Fui entrevistar o dono da Discoteca Pública de Belo Horizonte, Edu Pampani, no acervo de discos dele, no bairro Santa Tereza (edição 210, dezembro de 2018). Foi especial pra mim entrevistá-lo pessoalmente no lugar que ele trabalha, porque lá eu vi pessoas realmente interessadas em comprar discos. Pessoas apaixonadas! Um homem chegou no meio da tarde só pra escutar discos junto com o Edu. Foi muito legal mesmo!


Qual foi o conteúdo que você produziu para o IMPRESSÃO que mais te marcou?


Eu gostei muito de produzir uma matéria sobre musicoterapia, para crianças com autismo (edição 209, setembro de 2018). Conheci uma musicoterapeuta que faz esse trabalho com crianças autistas, uma psicóloga especializada no assunto e uma mãe que descobriu que seu filho tinha autismo, depois de começar a estudar musicoterapia. Conhecer essas histórias foi muito marcante pra mim.


Quais as principais mudanças que aconteceram no IMPRESSÃO, durante o tempo em que você trabalhou/colaborou nele?


Comecei a ter mais cuidado com a minha escrita, estou aprendendo a lidar melhor com as fontes e a escolhê-las com intencionalidade. Trabalhar no IMPRESSÃO me ajuda a enxergar mais o universo dos personagens e a sentir um pouco daquilo que eles sentem.


Como você definiria o seu trabalho no IMPRESSÃO?


Uma grande e significativa oportunidade. Aqui, eu aprendo as técnicas do fazer jornalismo, mas também a humanidade que envolve a profissão. Hoje, isso é um grande diferencial na nossa carreira. 


Qual dica ou conselho você daria para os outros laboratórios de jornalismo?


Mostrem ao aluno, estagiário ou colaborador a importância do cuidado com o texto, com a abordagem. Mas também com a forma como se trata e como se ouve as fontes.


Crédito:Reprodução / Foto Jorge Lopes
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Se você é estudante de comunicação e tem uma história inusitada do seu jornal-laboratório, veja como participar da seção "Bastidores do Labjor".