• “Como é bom rir no trabalho”, por Roberta Lippi

    No artigo da Harvard Business Review, a autora Betty-Ann Heggie comenta sobre sua gargalhada espontânea e o receio que sempre teve de causar desconforto em situações profissionais. 
  • “Gerações em choque”, por Marcelo Molnar

    As datas de começo e fim de cada geração também é bastante discutido. Mas o fato é que a comunicação precisa ser diferente com cada geração. Não só nas relações familiares, mas na educação, no trabalho, na política e em tantas outras.
  • “A mudança de mãos do Twitter e o desafio de combater o monopólio da informação”, por Wagner de Alcântara Aragão

    A compra do Twitter pelo empresário Elon Musk é motivo de muita preocupação. Preocupação para o mercado de mídia, economia, geopolítica. Preocupação para a liberdade de expressão e para a democracia.
  • “Os russos apoiam a guerra?”, por Sergio Bialski

    Ao mesmo tempo em que acaba com a liberdade de expressão, o Kremlin distorce a verdade, prende opositores e transmite a ideia de que o ocidente está cercando a nação em várias frentes, o que pressupõe a necessidade de lutar até o fim.

  • “Reflexões sobre um novo normal”, por Marcelo Molnar

    Independente das preferências e opiniões individuais, fato é que, gostando ou não, as transições não param. Lutamos diariamente para acompanhá-las à medida que fatos previstos e imprevisíveis vão se sucedendo. 
  • Selos de verificação

  • “Putin e a doutrina da maskirovka”, por Sergio Bialski

    As afirmações de Putin, sem qualquer respaldo na verdade, fazem parte da maskirovka, vigente desde a época soviética, que consiste em mentir e dissimular para tirar proveito da situação e confundir a percepção da realidade. Trata-se de uma mistura proposital e persuasiva de fatos e invenções que fundamentam a arte da desinformação.
  • “O que há de novo no front”, por Rafiza Varão

    Propaganda de guerra atual é mais um fenômeno indissociável das mídias sociais. A grande novidade é a possibilidade de sua desconstrução quase imediata, que deve ser feita também pelo jornalismo

  • “Ao transmitir basquete feminino, Cultura preenche vazio na TV aberta”, por Wagner de Alcântara Aragão

    A TV Cultura iniciou em 13 de março, as transmissões semanais de partidas da temporada 2022 da Liga de Basquete Feminino (LBF). A LBF é o principal torneio interclubes do país, na modalidade. A equipe vencedora se consagra campeã nacional.

  • “Lideranças também sentem medo diante da crise”, por Roberta Lippi

    Muito se fala sobre o aspecto gerencial da crise, mas muito pouco sobre esse terceiro item mencionado pelo professor: o medo. Esquece-se que uma crise corporativa pode afetar fortemente o lado humano dos indivíduos, inclusive e em especial aqueles que a lideram. 

  • “Segurança psicológica”, por Marcelo Molnar

    Nos anos 90, a pesquisadora de Harvard, Amy Edmondson, cunhou o termo “segurança psicológica”. Concluiu que, para o trabalho intelectual florescer, o ambiente deve permitir as pessoas se sintam capazes de compartilharem seu conhecimento. Isso significa dividir preocupações, questões, falhas e ideias malformadas, com transparência e liberdade.


  • “Clonagem digital de informações”, por Marcelo Molnar

    A manipulação e falsificação da realidade, que busca induzir alguém a pensar de determinada forma, é um dos maiores riscos do mundo digital. 

  • “Somos judeus de esquerda”, define o abaixo-assinado

    Palestinos nos veem como inimigos, judeus de direita, que defendem incondicionalmente os governos israelenses conservadores, nos acusam de traição, e os nossos próprios irmãos de esquerda têm dificuldade em nos entender. Em nome do antissionismo, por vezes escorregam para o antissemitismo. E isso é o mais doloroso. 


    Dói ver grupos de um partido de esquerda queimarem a bandeira de Israel em nome do socialismo, um chargista comparar os palestinos aos judeus gazeados de Auschwitz, um colega jornalista escrever que não existe “solução para a crise no Oriente Médio que não inclua o fim do Estado de Israel”, a mídia progressista abrir espaço para pessoas que vomitam seu ódio aos judeus. Dói ver nossas lideranças condenando o bombardeio de Gaza por solidariedade aos familiares das vítimas palestinas, sem uma palavra sequer sobre as famílias israelenses, sobre o necessário reconhecimento de Israel e de uma paz justa, com dois Estados dentro de fronteiras seguras. 


  • “Assessor de imprensa é jornalista?”, por Sergio Bialski

    O ano de 2022 iniciou com novidades para uma antiga discussão: no último dia 3 de janeiro Emmanoel Pereira, ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST), proferiu decisão no sentido de não reconhecer a função do assessor de imprensa como atividade jornalística, destacando que o papel do assessor é aconselhar o cliente sobre como lidar com a mídia, enquanto a função do jornalista é buscar informação e redigir notícias.

  • Na sua opinião, assessor de imprensa é jornalista?