• “Nobel da Paz para o jornalismo”, por Sergio Bialski

    Maria Ressa e Dmitry Muratov são dois nomes emblemáticos. Chegaram a ser chamados de “representantes de todos os jornalistas que defendem o ideal da liberdade de expressão”. Não à toa, ganharam o Nobel da Paz deste ano. Nada mais justo, afinal, coragem não lhes falta.

  • “Problema é a dependência de uma só rede", por Wagner de Alcântara Aragão

    A lógica dos algoritmos fecha os conteúdos em bolhas, sabemos de há muito. A concentração de plataformas diversas em uma mesma corporação, por sua vez, nos deixa reféns das decisões dessa corporação, conforme experimentamos dias atrás.

  • “Estrelas que brilham no Metaverso”, por Marcelo Molnar

    Porém, confesso que quando penso em jogos eletrônicos de uma forma geral, ainda os relaciono diretamente com o público adolescente e infantil. Garotos que ficam horas sentados em frente ao PC, a uma tela de TV ligada a um console, ou mesmo focados nas pequenas telas de celulares. Mas os cripto-jogos estão transformando a economia e já são uma forma de muitas pessoas, em todo o mundo, sustentarem suas famílias. A diversão virou profissão.

  • “Dicas para um jovem profissional”, por Roberta Lippi

    Tempos atrás, em uma palestra que dei em uma universidade, uma estudante do último ano de jornalismo me pediu dicas para quem está começando a carreira em comunicação. Na visão dela, eu tinha conquistado o currículo que ela sonha em ter no futuro. 

  • “Feitiço do tempo”, por Rafiza Varão

    Jornalismo precisa compreender melhor força das mídias sociais para pensar no futuro e no seu próprio papel diante do cenário de desinformação 

  • “Existe salvação para a imagem do Brasil?”, por Sergio Bialski

    Alguns dizem que imagem é uma espécie de cartão de visitas para fazer negócios em qualquer parte do mundo. Outros repetem, à exaustão, a frase “uma imagem vale mais do que mil palavras”.
  • “Fechamento do Lance!: o que será das bancas de jornal sem um diário de esportes?”, por Wagner de Alcântara Aragão

    O tempo acalma os ânimos, e hoje, 20 anos depois, sou acometido pelo mesmo lamento por causa do fim dele, o Lance!. Sim, sei, vai continuar na internet, como continuou, e segue até hoje no ar firme e forte, A Gazeta Esportiva. Mas aquele Lance!, de ir buscar na banca no dia seguinte à vitória do Peixe, ler enquanto aguardo o ônibus, esse acabou.

  • “Diversidade e inclusão no metaverso”, por Marcelo Molnar

    Diversas corporações, como Vodafone, Hewlett Packard, Microsoft, Ford, Dell, Credit Suisse Group AG e Ernst & Young, já contratam talentos “neurodiversos”, especificamente autistas, para trabalhos envolvendo a própria IA. Já foi comprovado que os cérebros autistas são altamente criativos, com excelente capacidade de concentração, lógica, imaginação e pensamento visual. Eles também tendem a ser sistemáticos, meticulosos e detalhistas, que compartilham insights e perspectivas únicas na solução de diversos problemas.

  • “A transformação ESG precisa ser de verdade”, por Roberta Lippi

    Nunca se falou tanto sobre ESG e diversidade como em 2020 e 2021. Por um lado, é empolgante ver que, de fato, tais assuntos e a necessidade urgente de mudança parecem ter entrado efetivamente na pauta. 
  • “Talibã e o espetáculo midiático”, por Sergio Bialski

    No último dia 15 de agosto o mundo assistiu, atônito, ao retorno dos talibãs ao poder, no Afeganistão. O rápido avanço das tropas do grupo fundamentalista islâmico e a conquista da capital, Cabul, pôs fim a quase vinte anos de ocupação norte-americana. O objetivo dos Estados Unidos,
  • “Memória do telejornalismo também é vítima do incêndio da Cinemateca e do leilão de fitas da TV Manchete”, por Wagner de Alcântara Aragão

    Das toneladas de materiais queimadas pelo fogo na Cinemateca fazem parte cinejornais e conteúdos da TV Tupi. Já as fitas da TV Manchete incluem, além de obras icônicas da dramaturgia, reportagens singulares do programa Documento Especial.
  • “Medalhas, respeito, dignidade e oportunidade”, por Rafiza Varão

    Discurso da superação individual e do heroísmo atrapalha mais do que ajuda esportistas brasileiros.

  • “Os desafios da comunicação acessível e inclusiva”, por Roberta Lippi

    Nós, comunicadores, sejamos jornalistas ou profissionais da comunicação empresarial, aprendemos desde sempre que a simplicidade na linguagem e a escolha do canal certo são essenciais para que a mensagem chegue ao seu público. 


  • “Alguém já te pediu um conselho?”, por Marcelo Molnar

    Dar um conselho parece uma boa forma de ajudar alguém. Muitas vezes o que falta é alguém pedir. Porém, dizer às pessoas o que elas devem fazer gera uma sensação de poder. Aquele que aconselha se sente valorizado e superior pela capacidade de dizer ao outro qual a melhor opção. Há quem diga que conselho atrofia, anula nossa capacidade de autodescoberta, cria dependência, transfere responsabilidade e gera crise de identidade. Pessoas que vivem do conselho alheio não conseguem mais ter medida de quem realmente são, gostam e desejam.

  • “Cuba não é para amadores”, por Sergio Bialski

    Defender o regime totalitário cubano é uma paixão política que não tem respaldo, por mais bem formulado que seja o argumento. Inflação galopante, apagões elétricos constantes, escassez de alimentos, medicamentos e produtos básicos, aliados à paralisação do turismo por conta da pandemia, têm sido um fardo pesado demais para a já combalida vida econômica e social da ilha.