• “Cuba não é para amadores”, por Sergio Bialski

    Defender o regime totalitário cubano é uma paixão política que não tem respaldo, por mais bem formulado que seja o argumento. Inflação galopante, apagões elétricos constantes, escassez de alimentos, medicamentos e produtos básicos, aliados à paralisação do turismo por conta da pandemia, têm sido um fardo pesado demais para a já combalida vida econômica e social da ilha. 
  • “Questionável mundo novo”, por Marcelo Molnar

    A tecnologia digital deve ser uma ferramenta melhor entendida no arsenal pedagógico dos educadores. Precisamos de um projeto estruturado que utilize softwares e algoritmos para promover a transmissão do conhecimento, usando melhor os dados, apoiando o desenvolvimento de uma cultura analítica.
  • Pensando sobre os diferentes tipos de notícias jornalísticas disponíveis, qual das opções abaixo você prefere?

  • “Sites de RI no topo do ranking de confiança”, por Roberta Lippi

    Até mesmo veículos considerados muito confiáveis, como Bloomberg, The Economist e Wall Street Journal, perdem para as páginas de Relações com Investidores, aponta a pesquisa “Digital Investor Survey”, realizada pela Brunswick Group. O estudo, que vem sendo realizado há vários anos para entender como os investidores buscam informação e o que fazem com elas, foi feito este ano com com 537 representantes de investidores institucionais na América do Norte, Reino Unido, Europa continental e Ásia.

  • “Máscaras, infância e jornalismo”, por Rafiza Varão

    Retirada indevida de proteção facial de crianças mostra como o país, muitas vezes, as trata como coisas. Cabe aos jornalistas lembrar que elas não o são

  • “Prezado jornalista: o Planalto não tem nada a comentar”, por Sergio Bialski

    O próprio general Santos Cruz, que deixou o governo em junho de 2019, chegou a afirmar que a relação com a imprensa deveria ser baseada no respeito e na transparência. Disse ele: “isso é o mínimo que tem que ter, 100% de transparência. Você está lá para servir a população e uma das maneiras de servir é informar. Isso não é favor, é obrigação. Tudo é com dinheiro público. As coisas são muito simples. Não precisa ter grandes estratégias para você ser honesto, transparente e educado”.

  • “Notícias geram dados & dados geram notícias”, por Marcelo Molnar

    Mais que conhecimentos, as notícias em forma de textos ou dados, devem ser tratadas como fontes de informação e reflexão. Contra os fatos há sim argumentos, não apenas para contradizer, mas também para contextualizar.

  • “A vergonha Lukashenko”, por Sergio Bialski

    Mandar um avião de guerra para interceptar uma aeronave comercial e forçar o pouso, a fim de prender um dissidente do regime, constitui um ato sem precedentes. A própria Organização Internacional da Aviação Civil das Nações Unidas (OACI) afirma que o incidente pode ter violado a Convenção de Chicago, de 1944, que é o tratado fundador da aviação civil internacional.

  • “Maturidade versus etarismo”, por Roberta Lippi

    Em um piscar de olhos, profissionais experientes ganham o chapéu de descartáveis, facilmente substituíveis por alguém mais jovem e “mais barato”. Empregadores descartam desses currículos características como agilidade, capacidade de inovação e ousadia. 

  • “Do escárnio e do ódio”, por Rafiza Varão

    Reações de riso ao noticiário no Facebook podem ser importantes indicadores do desprezo não só à informação jornalística, mas à ideia de dignidade humana.

  • “Deus não joga dados....será?”, por Marcelo Molnar

    A relação entre os dados usados para os jogos e os dados nos quais nos referimos como informações é que ambos são ferramentas de estudos e previsões, envolvendo nossa sorte e nosso futuro. O grande valor está na capacidade de interpretar o que os dados querem dizer.

  • “Exigência de assinatura ou anúncios que pululam afastam público dos jornais online”, por Wagner de Alcântara Aragão

    O título deste texto é mais hipótese do que propriamente fato cientificamente comprovado. Contudo, o ensaio empírico que venho realizando nos últimos cinco meses indica forte tendência de confirmação da frase acima.

  • “73% dos países são vítimas do vírus da desinformação”, por Sergio Bialski

    Que a liberdade de imprensa vem sendo cerceada ano a ano, no mundo inteiro, isso já é bem sabido. Mas, quando dados de pesquisa de uma entidade séria e comprometida com a causa corroboram isso, a situação salta aos olhos de forma assustadora. 

  • “Espelho, Espelho Meu”, por Marcelo Molnar

    Nunca foi usual fazer perguntas para o espelho esperando respostas, mas o avanço tecnológico nos permite fazer perguntas para outros objetos, os chamados assistentes virtuais, baseados em inteligência artificial, como “Cortana” (Windows), “Alexa” (Amazon), “Siri” (Apple), “Bia” (Bradesco), “Cris” (Crefisa) e “Lu” (Magazine Luíza), só para citar alguns.

  • “Ataques cibernéticos e o impacto na reputação”, por Roberta Lippi

    Em 72 horas, todos os possíveis cenários deveriam estar traçados, assim como uma estratégia de comunicação pronta para cada um deles, com especificidades de linguagem para cada público.