José Marques de Melo

  • República de São Bernardo, por José Marques de Melo

    A História do Brasil vem sendo construída no imaginário coletivo a partir de referências emblemáticas a pessoas, instituições, ideias, eventos. Jornalistas e historiadores buscam reconstituir os fios da memória nacional, ancorados em efemérides emblemáticas.

  • Pagadores de promessas, por José Marques de Melo

    Crédito:Léo Garbin O ex-voto é uma manifestação cultural enraizada na tradição greco-romana. Configura um “acerto de contas” de natureza mística. Ao perder as esperanças na solução terrena de problemas do cotidiano, geralmente as pessoas reco

  • De volta ao futuro, por José Marques de Melo

    Quando publicou o artigo-manifesto sobre o ex-voto como veículo jornalístico, na edição inaugural da revista Comunicações & Problemas (Recife, ICINFORM, 1965), Luiz Beltrão talvez não tivesse consciência de estar fazendo história.
  • Incomunicação brasileira, por José Marques de Melo

    Atribuindo à “fatalidade” o desencontro entre Colombo e Gutenberg, o poeta Castro Alves demonstra sintonia fina entre passado e porvir no espaço brasileiro.
  • Rebeldia Folkcomunicacional, por José Marques de Melo

    No artigo sobre o ex-voto como veículo jornalístico (1965) Luiz Beltrão registra o conceito seminal de folkcomunicação, advertindo: “Não é somente pelos meios ortodoxos que a massa se comunica, e que a opinião pública se manifesta. Um dos grandes canais de comunicação coletiva é, sem dúvida, o folclore”.

  • Sabedoria popular, por José Marques de Melo

    Desde 1978, na Semana da Pátria, acadêmicos da área de Comunicação reúnem-se para analisar e debater as tendências dos estudos e pesquisas realizados nas universidades. O primeiro congresso foi organizado quase clandestinamente, num hotelzinho sem estrelas, de uma ponta de praia em Santos (SP), reunindo apenas cinquenta participantes. Mas houve momentos em que essa cifra, multiplicada por 100, ultrapassou 5 mil congressistas.

  • Jornalismo literário, por José Marques de Melo

    Até meados do século XX, o jornalismo praticado em nosso país tinha grande afinidade com a literatura. Raro o escritor que se mantinha distante do jornal, idealizado como trampolim literário para ingressar numa academia de letras. Desta maneira, imaginavam os jovens intelectuais ter acesso ao Olimpo, tornar-se celebridade.
  • Pensamento mineiro, por José Marques de Melo

    A universidade vive em plena era da explosão cognoscitiva. Mas, enviesada pela obsessão institucional do publish or perish, corre o perigo da distorção pedagógica, convertendo as aulas, onde se dá a aprendizagem conceitual, em espaços inócuos. Nessa linha, os pesquisadores mais jovens tendem a descartar tudo aquilo que não tenha utilidade imediata para sua própria pesquisa, valorizando exclusivamente os dados empíricos e desprezando as séries históricas.

  • Jornadas beltranianas, por José Marques de Melo

    Em 2018, a comunidade acadêmica de ciências da comunicação vai celebrar o centenário de nascimento do seu patrono brasileiro. Natural de Olinda, onde nasceu no dia 8 de agosto de 1918, o pernambucano Luiz Beltrão conquistou lugar de destaque na galeria das ciências humanas ao fundar, em 1963, o primeiro instituto nacional de pesquisa em nossa área do conhecimento.

  • Regionalismo acadêmico, por José Marques de Melo

    A comunidade acadêmica de ciências da comunicação guiou-se pelo reforço da identidade nacional no mapa da ciência e tecnologia. Os congressos anuais da INTERCOM funcionaram como termômetro dessa tendência. Dependendo da cidade-sede, o volume de participantes assustava os organizadores. Houve momentos em que ultrapassamos a cifra de cinco mil congressistas.

  • Comunidade Ibero-Americana, por José Marques de Melo

    Crédito:Leo Garbin A primavera europeia sacudiu a comunidade ibérica das ciências da comunicação, neste início de 2014. Ela foi mobilizada pela invasão de latino-americanos e luso-africanos, que reafirmaram o compromisso assumido, em São Paulo

  • O mundo nebuloso dos jornalistas, por José Marques de Melo

    Carente de estudos sistemáticos que desvendem suas peculiaridades e tendências, o mundo dos jornalistas ainda permanece nebuloso em nosso país. Duas obras conquistaram relevância na bibliografia brasileira pela sua originalidade.

  • Diretrizes curriculares, por José Marques de Melo

    O Ministério da Educação discutiu durante cinco anos a problemática dos cursos de graduação da área de comunicação, dando continuidade em 2014 à implantação das normas e estratégias já aprovadas pelo Conselho Nacional de Educação. O processo de mudança começou pelo curso de cinema e audiovisual, prosseguindo em 2013 com as diretrizes dos de jornalismo e relações públicas.

  • A noite do Jabuti

    Desde 1958 a Câmara Brasileira do Livro (CBL) vem analisando a produção editorial do nosso país, com a finalidade de premiar os melhores livros publicados, incentivar autores, editores e divulgadores.

  • Saudações Caetés

    Crédito:Léo Garbin Começa a surgir um novo contingente de intelectuais em plena sintonia com a narrativa da era digital. Praticando uma escrita híbrida, seu diferencial estético está alicerçado na riqueza discursiva das novas tecnologias de dif