Prêmio Vladimir Herzog recebe inscrições até 06 de agosto

Redação Portal IMPRENSA | 16/07/2020 09:39
O 42º Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos recebe inscrições até o dia 06 de agosto. 

A premiação reconhece o trabalho de jornalistas, repórteres fotográficos e artistas do traço que, por meio de seu trabalho cotidiano, defendem a democracia, a cidadania e os direitos humanos.

A solenidade de premiação será dia 25 de outubro, domingo, em ambiente virtual. 

Categorias 
O prêmio contará com seis categorias na edição deste ano. São elas: 
Arte - ilustrações, charges, cartuns, caricaturas e quadrinhos publicados em veículos impressos ou eletrônicos
Fotografia - Foto ou série fotográfica publicada em veículos impressos ou eletrônicos
Produção jornalística em texto - Reportagens em texto publicadas em veículos impressos ou eletrônicos
Produção jornalística em áudio - Reportagens ou documentários em áudio
Produção jornalística em vídeo - Reportagens ou documentários em vídeo
Produção jornalística em multimídia - Reportagens multimídia publicadas na internet

Crédito:Divulgação Instituto Vladimir Herzog

Inscrição
Os candidatos devem acessar o site do Prêmio, preencher a ficha cadastral e anexar sua obra publicada ou veiculada no período compreendido entre 21 de julho de 2019 a 31 de julho de 2020. 

Acervo virtual 
Para conhecer a história do jornalista, o Instituto Vladimir Herzog disponibilizou um grande acervo virtual sobre Vlado.  

O acervo resgata a trajetória profissional e pessoal do jornalista com mais de 1.700 itens digitalizados. 

A ideia do instituto é apresentar a história de Herzog para além do seu assassinato durante a ditadura civil-militar, em outubro de 1975. 

O presidente do Conselho do Instituto, Ivo Herzog, filho do jornalista, explica que é importante disponibilizar o acervo para humanizar a história de Vlado. 

"Tudo o que tinha sobre o meu pai era sobre sua morte. Agora podemos mostrar quem ele realmente era: detalhes da família, todo o material que ele produziu, não apenas no jornalismo. Ele amava cinema e fotografia”, disse para a Folha de S. Paulo. 

O arquivo foi desenvolvido em mais de dois anos de pesquisa intensa. Entre os itens estão mais de mil fotografias, muitas registradas pelo próprio Vlado - nome de nascimento -, reportagens, cartas e uma série com depoimentos de familiares e amigos do jornalista.

Leia também
Jornalista do NY Times pede demissão alegando ofensas de colegas por defender posições conservadoras
“Inevitavelmente o Futuro Será Analítico”, por Marcelo Molnar