Planalto monta central para responder a "fake news" contra Bolsonaro

Redação Portal IMPRENSA | 30/09/2019 16:50
Uma equipe com cerca de 50 profissionais de comunicação monitora de perto tudo o que viraliza nas redes sociais e pode atingir o governo Jair Bolsonaro.

A central “anti-fake news” só se posiciona em temas que o Planalto considera estar sendo atacado institucionalmente. 

Segundo reportagem do Estadão, as reações do governo a informações tidas como "fake news" começa com os funcionários que trabalham no Bloco A da Esplanada, passam pela chefia da Secretaria de Comunicação e, em alguns casos, chegam ao presidente Jair Bolsonaro, que dá o tom das respostas.
Crédito:EBC


O carro-chefe da campanha de respostas e publicações do governo nas redes sociais é a conta @Secomvc, criada em 22 de agosto em diversas plataformas.

Os "posts" funcionam como boletins institucionais, evitando confronto direto.

A mais ativa presença do governo é no Twitter, com uma média de 10 e 12 posts informativos. Ao todo, são mais de 2.460 tuítes em pouco mais de 1 mês.

No dia da sua estreia, a Secom rebateu o jogador de futebol português Cristiano Ronaldo, que usou uma foto de 2013 para denunciar incêndios que ocorrem na floresta amazônica. 

"Muita gente, inclusive famosa, está caindo em fake news! A desinformação está grande, mas estamos aqui para combatê-la. A foto é de um incêndio ocorrido no Rio Grande do Sul. Em março de 2013! Não pode ser usada pra falar da Amazônia. É fake news! Que bola fora, hein, @Cristiano", escreveu o perfil @Secomvc.