MEC critica reportagem e diz que jornalista foi treinado em marxismo e leninismo

Redação Portal IMPRENSA | 31/01/2019 15:10

O Ministério da Educação (MEC) divulgou comunicado contestando nota publicada na coluna de Ancelmo Góis no jornal "O Globo" e atacando o passado do jornalista. A notícia tratava da retirada de vídeos sobre pensadores considerados de esquerda - como Karl Marx, Friedrich Engels e Nietzsche -, do site do Instituto Nacional de Educação de Surdos (Ines), instituição ligada ao órgão comandado pelo ministro Ricardo Vélez Rodriguez.


Góis foi preso pela ditadura militar no fim dos anos 1960, após a instauração do AI-5 no Brasil. Quando saiu, se refugiou na União Soviética, onde viveu pouco mais de um ano sob nome falso dado pela KGB. Lá, o brasileiro cursou a Escola de Formação de Jovens Quadros do PC. 


Na nota, o MEC afirma que os vídeos foram retirados do ar antes da posse do atual ministro e que o órgão abriu sindicância para apurar as responsabilidades.  


Leia a íntegra do comunicado:


Crédito: Reprodução



































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