Prêmio Vladimir Herzog divulga vencedores parte de suas categorias

Redação Portal IMPRENSA | 21/10/2009 14:28

A 31ª edição do Prêmio Vladimir Herzog anuncia os nomes dos vencedores das categorias Internet, TV Documentário e TV Imagem.

Na categoria de web, cujos premiados foram Lucia de Fátima Rodrigues Gonçalves e Tatiana Merlino, da Caros Amigos, os jurados utilizaram como critério a relevância do tema, bem como o conteúdo, pauta e edição, não se atendo apenas ao aspecto estético ou às ferramentas da Internet. A dupla venceu com a reportagem "Uma missa para um torturador".

Ainda na mesma categoria, foram agraciados com menções os jornalistas Edson Sardinha de Souza, do Congresso em Foco, e Amanda Machado Cieglinski, da Agência Brasil, com as matérias "Deputado Luis Couto" e "Analfabetismo: a exclusão pelas letras", respectivamente.

Em TV Documentário, a vencedora foi a reportagem "Infância perdida para o tráfico", da jornalista Catia Cristina Manzin e equipe, da TV Record. As menções honrosas foram para Dulce Valéria Queiroz, da TV Câmara, responsável pela reportagem "Chico Mendes, Cartas da Floresta", e para Marcelo Canellas e equipe, da TV Globo, por "Fome na América Latina".

Na categoria TV Imagem, o vencedor foi Erlin Schmidt, da EPTV Campinas, filiada a TV Globo, com a matéria "Moradores de rua". De acordo com informações do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo (SJSP), para esta categoria, os jurados não concederam menção honrosa.

Divulgação  
Eliane Brum
Em Livro Reportagem, "Olho por Olho - Os Livros Secretos da Ditadura", de Lucas Figueiredo, foi o vencedor. A categoria concedeu menção honrosa à obra "O Olho da Rua", de Eliane Brum, e à "Operação Condor: O Sequestro dos Uruguaios - Uma Reportagem dos Tempos da Ditadura", de Luiz Cláudio Cunha.

"Preconceito: A intolerância no Futebol" - de Leandro Mota Lima dos Santos, da Rádio CBN, venceu na categoria Rádio. Menção honrosa para "Escravos da esperança: a saga dos bolivianos em São Paulo", produzida por George Rodrigues Cardim e Celso Cavalcanti de Melo Junior, veiculada pela Rádio Senado, e para "Crack: vidas interrompidas" de Paulo Henrique Souza e Priscila de Souza, veiculada pela Rádio CBN.

Em Revista, Tatiana Merlino, da Caros Amigos, ganhou com a reportagem "Porque a Justiça não pune os ricos". Menções honrosas para Ana Lima S. Aranha, da revista Época, por sua reportagem "Tolerância se aprende na escola", e para Marques Edilberth Casara e Tatiana Cardeal, da publicação Na Mão Certa, com a matéria "Castelo dos Sonhos".

Alexsander Ferraz, do jornal A Tribuna de Santos, venceu com "Advogada é morta por ladrão na Ponta da Praia". Já Alexandre Severo, do Jornal do Commercio, de Recife, recebeu menção honrosa pela fotografia "A Flor da Pele", assim como Francisco Chaga Porto, autor de "O destino do trágico das crianças", publicada no Jornal do Commercio, também de Recife.

Na categoria Analfabetismo Digital, o prêmio foi para Amanda Machado Cieglinski (Agência Brasil - Empresa Brasil de Comunicação) por ser trabalho "Analfabetismo: a exclusão pelas letras". Menção honrosa para "Educação - série", de Fábio Ferreira Menezes - TV Brasil, e "Radiografia da Educação Mineira", de Daniela Arbex - "O Tempo", Belo Horizonte.

Ainda segundo o SJSP, os vencedores das demais categorias serão conhecidos até o final da tarde desta quarta-feira (21).A entrega dos prêmios será dia no próximo dia 26, às 19h30, no Tuca (Teatro da Pontifícia Universidade Católica).

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