Rodrigo Viana

Rodrigo Viana é escritor, jornalista, professor universitário e blogueiro. Especializado em futebol, acumula passagens por emissoras como Record, SBT, Band, TV Cultura, TV Brasil e os jornais Folha de S.Paulo e Lance! www.portalrodrigoviana.com.br

  • Opinião: Um triste "Dia do Jornalista", por Thaís Naldoni


    Desde que entrei para a profissão, 07 de abril sempre foi uma data festiva. Colegas se cumprimentavam. Revistas e jornais estampavam anúncios celebrando os profissionais que , dia a dia, enchiam as páginas dos impressos, as telas da TV e as ondas do dial com notícias, afinal,  era Dia do Jornalista, e eu me orgulhava (orgulho) de ser uma. 

  • Opinião: Sobre expectativa e realidade, por Thaís Naldoni

    Na última terça-feira (20/01), o portal R7 publicou uma galeria de fotos da jornalista Fernanda Gentil com um texto curto e de mau gosto e, claro, legendas de revirar o estômago de qualquer jornalista que se preze. "Fernanda Gentil tem mais curvas do que as roupas revelam e tem algumas celulites", (...) "o atributo preferido das brasileiras, dela é meio reto", (...) "O figurinista da Fernanda Gentil merece os parabéns por conseguir disfarçar as imperfeições de seu corpo tão bem".

  • Opinião: TV Globo faz nova aposta de risco, por Thaís Naldoni

    A segunda-feira (15) começou agitada na redação de IMPRENSA. Uma das primeiras notícias do dia foi o anúncio pela TV Globo da mudança de apresentadoras do principal telejornal da casa. Sai Patrícia Poeta, que substituiu Fátima Bernardes em 2011 no “Jornal Nacional”, entra Renata Vasconcellos que, desde outubro ancora o “Fantástico”, junto de Tadeu Schmidt.

  • Opinião: Olá, Sr. Plínio????, por Thaís Naldoni

    Era setembro de 2013. Pautamos para uma seção da revista IMPRENSA um almoço no qual reuniríamos algumas personalidades para debater a “esquerda” e a “direita” na mídia nacional. O repórter Guulherme Sardas fez os convites ao filósofo Roberto Romano, ao jornalista Heródoto Barbeiro, ao colunista Reinaldo Azevedo e ao ex-deputado federal e ex-candidato à Presidência da República Plinio de Arruda Sampaio. 

  • Opinião: Boa sorte, jornalistas, por Thaís Naldoni

    Quinta-feira, 12 de junho de 2014. Uma data que seria normalmente lembrada apenas pelos corações do Dia dos Namorados, promete ser um dia que trará desafios infindáveis à imprensa nacional e internacional, presentes na cidade de São Paulo (SP).

  • Opinião: "Deixa que digam, que pensem...", por Thaís Naldoni

    Dá até medo. Qualquer matéria ou nota em sites, posts em blogs e em redes sociais estão sendo monitorados. E não, não estou falando da NSA de Edward Snowden, nem da CIA, nem da inteligência nacional, mas dos patrulheiros que não pensam duas vezes em desancar toda e qualquer coisa que seja diferente dos que eles pensam.


  • Opinião: O “rei” existe e o jornalismo se encolhe

    Na semana passada toda não se falou em outra coisa: o “Rei do Camarote”, personagem destacado na capa da Veja São Paulo, seria uma grande “barrigada”.
  • Opinião: Campanha de Chiquinho Scarpa “enterra” a imprensa

     

    Nesta semana, a mídia foi surpreendida por uma campanha bem pensada e que colocou a imprensa nacional, mais uma vez, em saias bem justas. Na última segunda (16), o milionário excêntrico Chiquinho Scarpa anunciou, por meio de sua conta no Facebook, que faria o “enterro” de um luxuoso carro, inspirado nos hábitos dos faraós do Egito.

  • Opinião: Nada de tchau! Em memória de Rodrigo Manzano

    Quando mais “tchaus” a gente dá na vida, mais fácil deveria ser dar os novos tchaus que a vida nos obriga. Deveria, mas não é assim que acontece. Cada tchau é um novo tchau. É a despedida de uma situação diferente, de uma pessoa diferente, de um tempo diferente. Há tchaus em que estamos mais estruturados. Temos a certeza de que ele vai acontecer mais cedo ou mais tarde. Outros, em que um susto nos leva à despedida de quem parecia que nunca partiria.

  • Opinião: Menos gente, muita história para contar

    A imprensa brasileira está sofrendo com a série de manifestações que estão ocorrendo no país. Não só pela violência policial ou pela intolerância de alguns manifestantes que, muito perigosamente – diga-se – refuta os jornalistas e as empresas de comunicação (de EBC a Rede Globo os repórteres sofreram agressões físicas e/ou verbais), mas pela quantidade extra de trabalho, que leva jornalistas à beira da exaustão física e psicológica.

  • Opinião: Desculpa, mas “imprença” não dá!

    Quem me acompanha pelas redes sociais, Twitter e Facebook, sabe do probleminha que tenho com palavras mal escritas. Vira e mexe recebo textos, emails com problemas e tenho olho clínico para encontrar em leituras casuais erros que fazem doer os olhos dos que gostam bastante do português correto, bem escrito, das palavras escolhidas com esmero.

  • Opinião: Jornalismo animado

    Tempos atrás, em uma das reuniões de pauta aqui com a equipe de IMPRENSA, falávamos sobre a frequência com que jornalistas aparecem como identidade secreta ou ajudando a dar “liga” em histórias envolvendo super-heróis. De bate e pronto, veio à minha cabeça Clark Kent (o nosso Superman) e sua eterna namorada Lois Lane. Depois o destemido fotojornalista Peter Parker, identidade meio secreta do “Homem Aranha”. Na sequência, pensei em April O'Neil, a repórter que vivia grudada nas Tartarugas Ninja.

  • Opinião - Hugo Chávez: ninguém sabe, ninguém viu

    Acompanhando o desdobramento sobre o estado de saúde do presidente da Venezuela Hugo Chávez, que enfrenta um tratamento com um câncer grave, fico pensando no quão perigoso é um país não dar informações claras a respeito de seu líder máximo.

  • Opinião: Ler muito para escrever bem

    Todos os dias, observo atentamente a pilha de jornais que, às vezes, se forma na mesinha que fica no meio da redação. É incômodo perceber que, mesmo com os veículos ali, à disposição, muita gente não se preocupa em ler. Não estou discutindo as questões editoriais e possíveis posicionamentos desta ou daquela publicação. Mas é primordial para um jornalista – ou pretenso jornalista – não só saber o que está acontecendo no mundo, mas ler, ler, ler, ler muito. Só assim é possível perceber com clareza quando seu texto não está “lá essas coisas” ou conseguir pegar aqueles errinhos que passam pela digitação rápida, pela distração.

  • Opinião: Quando a fonte é abusada

    Não foi a primeira, nem a segunda vez que isso aconteceu aqui na redação. Mas não deixo de me espantar quando uma fonte ouvida para uma matéria tem a pachorra de pedir para “aprovar” o texto ou a entrevista antes da publicação. Pior ainda quando o pedido é feito por um outro jornalista. Aí, para mim, é o fim do mundo.