José Marques de Melo



José Marques de Melo é jornalista, professor universitário, pesquisador científico, consultor acadêmico, autor de diversos livros. Foi docente da ECA-USP e é atualmente o titular da Cátedra Unesco de Comunicação na Universidade Metodista de São Paulo. www.marquesdemelo.pro.br


  • As Marcas Entram em Campo, por Anderson Gurgel

    O que há em comum entre o movimento “Pacto pelo Esporte” e a saída em definitivo da Fifa do ex-todo-poderoso Joseph Blatter? Os dois fatos ilustram um novo posicionamento de marcas tradicionalmente envolvidas com o mundo do esporte. Elas cansaram de

  • Uma agenda para o Rio 2016, por Anderson Gurgel

    O relógio marca “UM ANO” para início do início dos Jogos Olímpicos. Desafios e oportunidades farão parte desses intensos dias de preparação para a grande celebração da humanidade. Agora sendo realizada pela primeira vez no Brasil e na América do Sul.

  • Jogos Pan-americanos no divã, por Anderson Gurgel

    Enquanto se desenrolam as competições dos XVII Jogos Pan-americanos Toronto 2015, que acontecem no Canadá entre os dias 10 a 26 de julho, um debate insistente é visto na mídia. Afinal, para que serve um Pan?

  • O reverso da medalha, por Anderson Gurgel

    O “País do Futebol” acordou perplexo com as notícias que chegavam da Europa. Primeiras notícias indicavam que, no dia 27 de maio, às vésperas do congresso da Fifa que provavelmente reconduziria Joseph Blatter à presidência da entidade, alguns de seus mais proeminentes dirigentes foram presos por uma ação da polícia suíça em conjunto com o FBI, dos EUA. 

  • O (agri)doce esporte de ser jornalista, por Anderson Gurgel

    Digo sempre, em conversas com alunos e colegas de profissão, que fiz uma escolha de vida muito pouco salutar: misturei jornalismo com docência e, nessas duas práticas, tenho particular dedicação ao mundo esportivo. Não há dúvidas da importância desses três grandes temas/práticas para vida na sociedade contemporânea, diria mais: seria possível vivermos melhor sem eles? Acho que não. 

  • A diferença entre a pequena política e a política pequena, por Anderson Gurgel

    É difícil imaginar que mesmo a maior parte dos corintianos fanáticos seja a favor de que, no contexto que vivemos atualmente, a primeira decisão de um deputado recém-empossado, em um congresso que vive um momento de grande turbulência política, seja a de apresentar um projeto de lei de relevância tão discutida.

  • Golpe duríssimo no UFC, por Anderson Gurgel

    Apesar de não ter sido uma disputa das mais emocionantes, a vitória – ainda que por pontos – do brasileiro, na luta do dia 31 de janeiro, contra o norte-americano Nick Diaz, em Las Vegas, deixou fãs e a mídia animada com as possibilidades de retomada da carreira bem-sucedida de Silva. 

  • Na crista da onda, por Anderson Gurgel

    O ano de 2014, pródigo em grandes momentos esportivos,reservou para o esporte brasileiro uma surpresa: É o surfe que está na cristada onda. Quando se esperava grandes resultados das seleções brasileiras na Copado Mundo da Fifa ou mesmo nos Mundiais de Vôlei, é por meio de um esporte deprática individual e de pouca força competitiva no Brasil que veio a novidade.

  • Eleições em uma sociedade esportivizada, por Anderson Gurgel

    Pode parecer estranho para amigo leitor o diálogo entre esporte e política que faço aqui, mas sigo uma linha de estudos que vê no esporte muito mais que a prática esportiva. Enquanto manifestação cultural o esporte é uma faceta da sociedade contemporânea. É sobre essa perspectiva que faço algumas observações sobre o processo eleitoral que levou à reeleição da Presidente Dilma. 

  • Você sabe o que seus candidatos pensam sobre esporte?, por Anderson Gurgel

    Quando comecei esta coluna decidi que os assuntos aqui abordados seriam sobre o esporte e, quando pertinente, sobre a relações das práticas esportivas com a comunicação. Sendo assim, não poderia perder a chance de fazer um link desses temas com as eleições gerais que teremos no começo de outubro. 

  • Dunga é somente parte do problema, por Anderson Gurgel

    A reação e rejeição à apresentação do ex-jogador como técnico da Seleção Brasileira são justificadas, mas acaba também escondendo que a crise do futebol brasileiro hoje é ainda maior. 

  • Saudades de uma Copa emocionante demais, por Anderson Gurgel

    Enquanto a seleção alemã levantava a Taça Fifa, no Maracanã, na final da Copa do Mundo de 2014, no último dia 13 de julho, um audiência planetária estimada em mais um bilhão de pessoas encantava-se tanto com a qualidade de jogo da nova tetracampeã mundial como também com as imagens em primeiro plano do Cristo Redentor com o estádio mais famoso do Brasil ao fundo, ambos envoltos em fogos e iluminação especial em verde e amarelo.

  • Os significados de uma derrota, por Anderson Gurgel

    Há várias brincadeiras circulando nas redes sociais que são muito boas e ajudam a ilustrar as dimensões da derrota do Brasil, por 7 a 1, para a Alemanha, na semifinal da Copa do Mundo de 2014. Uma das melhores mostra uma versão alterada de trechos do jogo, realizado no Mineirão, em Belo Horizonte, onde a seleção alemã joga sozinha. Não há brasileiros em campo. A mensagem de humor quer dizer que o placar vergonhoso seria fruto de um “WO” do escrete nacional.

  • Opinião: Um balanço em imagens da primeira fase da Copa, por Anderson Gurgel

    Passamos anos ouvindo a expressão “Imagina na Copa”. Pois é, o maior evento futebolístico do mundo não só já começou com já está indo para a sua segunda fase, a dos jogos eliminatórios. Nesse ciclo de cerca de quinze dias iniciais muita coisa aconteceu e, por consequência, muitas imagens tomaram conta do nosso dia a dia. 

  • Opinião: Do País do Futebol ao País da Copa, por Anderson Gurgel

    Todo brasileiro cresce ouvindo que o Brasil é o “País do Futebol”. Aos poucos, vamos acreditando nessa ideia e ela passa a funcionar como uma forma de nos identificar perante outros povos. Quando falamos com “gringos”, um dos primeiros assuntos que eles associam a nós é esse esporte. Entre nós, no trabalho e no lazer, não é muito diferente. Às vezes, falar de futebol é como dizer “bom dia” ao vizinho no elevador.