Dilma aposta em entrevistas e redes sociais para reforçar tese de "golpe"

Redação Portal IMPRENSA | 14/06/2016 13:00
Após ser afastada, a presidente Dilma Rousseff decidiu investir em entrevistas e aumentar sua presença na internet para destacar o argumento de que foi vítima de um "golpe" e atacar o governo Michel Temer. 

Crédito:Roberto Stuckert Filho/PR
Presidente afastada usa estratégia de divulgar tese de golpe na imprensa e na internet

De acordo com a agência Deutsche Welle, a primeira entrevista que Dilma concedeu à imprensa foi logo depois de seu afastamento, antes de viajar à Porto Alegre (RS). Ela recebeu jornalistas estrangeiros no Palácio do Planalto.

Alguns dias depois, conversou com o jornalista Glenn Greenwald. Na sequência, apareceu nas páginas do The New York Times e nas redes Al Jazeera e Russia Today. Segundo assessores do Partido dos Trabalhadores (PT), diversos outros veículos internacionais solicitam um diálogo com a presidente.

Na semana passada, a TV Brasil exibiu uma entrevista de Dilma ao jornalista Luis Nassif. A conversa corria o risco de não ser veiculada por conta do contrato do profissional, que fora rompido durante a gestão de Laerte Rimoli na EBC.

Além da conversa com os jornalistas, Dilma repaginou sua página no Facebook com a ajuda de três assessores. Todos os dias, a petista publica textos com críticas a Temer e comenta sobre assuntos variados. 

Leia também