TECNOLOGIA DO IWATCH É PROMISSORA, MAS PRECISA AMADURECER, ANALISA ESPECIALISTA
 
 
 
 

A Apple apresentou em setembro do ano passado, o Apple Watch, primeiro relógio inteligente da empresa. O acessório roda aplicativos, controla a saúde do usuário e se comunica com o iPhone. O gadget foi mostrado no mesmo evento em que a empresa anunciou seus dois novos iPhones, o 6 e o 6 Plus, com display maior. Ele será vendido nos Estados Unidos por US$ 350 e começa a ser vendido no começo deste ano.

“É uma tecnologia promissora, sem dúvida, mas ainda precisa amadurecer”, comentou Bruno Ferrari, editor da revista Época. Para ele, os relógios inteligentes estão no mesmo patamar do iPhone na primeira versão. “O aparelho tinha recursos inovadores, mas era limitado. A segunda versão já trouxe os aplicativos”, explicou.

O usuário pode ver mensagens, atender ligações telefônicas do iPhone e ver o calendário. Há previsão do tempo, contador de passos, sensor de frequência cardíaca. No aplicativo de mapas, o relógio mostra em tempo real o caminho que a pessoa está fazendo e avisa quando ele deve entrar em uma rua. As notificações do Twitter e do Facebook aparecem no Apple Watch e têm seus respectivos ícones. 

Crédito:Divulgação
Começo das vendas está previsto para este ano

O relógio ainda permite ver calendário e compromissos, podendo aceitá-los ou não. Ao receber uma mensagem, o Apple Watch entende o que está escrito e oferece respostas curtas para o usuário responder rapidamente. 

A Siri, assistente digital da Apple, está presente no relógio inteligente. O usuário pode perguntar sobre filmes e locais para jantar e a Siri responde. As fotos que estão no iCloud ou no iPhone podem ser visualizadas no Watch e podem ser usadas como papel de parede.

Mesmo com essa profusão de recursos, Ferrari destacou que ainda muito o que melhorar. “Acho que o Watch 2 resolverá muitas das limitações do Watch, como a falta de um GPS proprio e tambem uma bateria melhor. Mas serão os aplicativos que vão dizer se o Watch será tão disruptivo quando foi o iPhone ou o iPad”, disse.

Questionado sobre o impacto que o novo dispositivo pode ter no dia a dia dos jornalistas, Ferrari acredita que ele será pequeno. “O Smartphone ainda é muito mais útil. Mas tudo vai depender dos aplicativos, pode ser que surjam apps que a gente nem imagina e que possam ser excelentes companheiros de jornalistas. Mas por enquanto eu não consigo enxergar nada muito além do que o smartphone faz”, finalizou.

 
   
 
 
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